Eu te amo mais significado

Bruna, não desista

2020.10.22 19:51 nossa_eu_to_feliz Bruna, não desista

Eu sei exatamente o que eu fiz quando eu te pedi em namoro. Eu tomei a decisão de conhecer e compartilhar minha intimidade com uma pessoa que corre atrás dos seus objetivos, uma pessoa decidia e que sabe o que quer. Percebi que nosso relacionamento tem muito significado e que me faz querer ser uma pessoa melhor. Eu olho para você e vejo qualidades que eu gostaria de ter. Minha admiração por você só aumenta a cada dia.
A vida é muito difícil, cheia de problemas e, na maior parte do tempo, é sofrimento. Qualquer pessoa que te disser o contrário está tentando te vender algo. Lembra disso? Eu não estaria te ajudando se parasse por aqui. Mas é através desse sofrimento e do seu esforço que surgem os significados mais belos que sua vida pode ter. Basta dar uma direção para suas ações. Pense no bem que podemos fazer a outras pessoas, as rizadas que podemos provocar, o aprendizado que temos quando conversamos com alguém, os mistérios que ainda vamos conhecer, as lágrimas de alegria que ainda vamos derramar, as refeições em família que teremos um dia, a vida de pessoas que poderemos melhorar um pouco e quanto nós mesmo cresceremos nessa jornada. Ao olhar para trás, veremos muitos erros e acertos, mas pode ter certeza que não vamos nos arrepender de não ter desistido.
Bruna, espero que você possa ler isso. Sua vida está muito difícil, eu sei. Talvez eu mesmo não consiga imaginar pelo que você esteja passando, mas eu te faço um apelo: não desista de si mesma. Eu, pelo menos, não desistirei.
Te amo Bruna.
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2020.10.22 02:31 Arcan5252 Desabafo de um Carente

Eu acho estranho o quanto eu me odeio. Aquela sensação de que não adianta se esforçar em algo pois sabe que é um inútil que só ocupa espaço. Acho mais estranho que mesmo sabendo disso eu não me mato diretamente.
Eu não sei o que fazer comigo mesmo. Eu deixei de ligar para se meus parentes vão ficar orgulhosos... Eu sinto que é vazio vindo deles.
Juntando eu me odiar, não ter coragem de uma resposta simples e não ter expectativas de vida, acabou que eu começo a me sentir cansado. Cansado simplesmente, uma sensação infernal de querer descansar e ir para um lugar que posso chamar de casa.
Eu não sei o significado de família, não sei o sentimento de casa ou de ser querido... Estou cansado então me juntei ao grupo mais simples de vida, entretenimento até cansar e distrair a mente.
Não me entenda mal, eu tenho sorte, muita sorte. No papel meu pai é um excelente pai e se eu não fosse eu amaria cada minuto. Minha mãe me ama, mas eu não a amo, não consigo me importar. Meu irmão é quase minha única família, mas no final vivo tranquilo sem ele.
Sou viciado no que se diz respeito ao afeto e carinho, posso me apaixonar pela pessoa que me der isso. Posso me apaixonar e me viciar nessa pessoa, seja homem, mulher, etc etc etc que todo mundo já sabe. Tem que ser do meu gosto pessoal em aparência para isso... O quê? Aparência importa nessa vida. Como diriam o cartão de visita e o meu é uma merda.
Eu também gosto de gente que consiga conversar, mas faz tempo que não consigo conversar com alguém em totalidade. Sabe alguém que te acompanhe. Dizem que sou inteligente, eu já não sei... Só sei que sou carente. Muito carente.
Uma desesperado no inferno congelado segurando qualquer pedaço de calor... Mesmo que seja de pessoas que odeio.
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2020.09.24 08:04 skyfall2604 Demônios

>fiz esse gt como um desabafo, se quiser, ignore (desculpe se ficou horrível)

>essa é a história de um jovem
>que pensava demais no sentido da vida
>por que estamos aqui? pra onde vamos
>suas madrugadas pensativas viraram cotidianas depois dos 17
>queria voltar ao passado, pra consertar seus erros
>um dia, pegou um papel e caneta, e começou a escrever
>e nesse papel, colocou sua alma, seus demônios,
>e nele, estava escrito:

>eu te amo tanto
>quantas vezes você já me disse isso
>eu sorria, e dizia de volta
>nunca parei pra pensar no significado
>você nunca foi de dizer isso pras outras pessoas
>sempre foi insegura com seus sentimentos
>mas eu era seu porto seguro
>você confiava em mim, e vivia dizendo que me amava
>eu sorria, e dizia de volta
>você me amava, e eu também
>mas não conseguia se amar
>não conseguia te ver como eu te via
>você era a pessoa que eu mais amava
>você me impediu de meter uma bala na minha cabeça
>você me salvou da morte
>e eu não consegui te salvar, por que eu tive que sair naquele dia?
>você disse que não queria que eu fosse, mas eu bati o pé e fui
>naquela noite de tempestade, senti um frio inexplicável
>de alguma maneira tinha entendido o que tinha acontecido
>eu tinha te perdido
>mas não pra outro homem, nem pra outra mulher
>eu tinha te perdido pra você mesmo
>você sucumbiu aos seus próprios demônios
>eu não consegui te salvar do suícido
>da mesma maneira que você me deu sentido a vida
>tirou ele de mim, da mesma maneira que você tirou sua vida
>por que eu tive que sair?
>é tudo culpa minha
>se prepare amor, eu vou te encontrar aí
>e, sentindo o frio gélido do metal da glock
>tirou sua própria vida, em seu apartamento, sozinho. 6 meses depois de sua amada ir embora
>um homem que teve seus demônios expurgados por um anjo
>perdeu o mesmo anjo, e os demônios voltaram em dobro, e ele sucumbiu
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2020.09.18 19:01 HappyPressure8291 Razão ???

Então, recentemente eu e meu namorado temos desgastado bastante a relação com discussões relacionadas a insegurança, paranoia e etc. E penso que por agir muito pelo emocional, eu acabo sendo a mais imatura da discussão, não é fácil lidar com isso, pois essa imaturidade atinge muito mais a minha pessoa, visto que ele super compreende eu estar sendo emotiva e achar que não aconteceu nada de mais. Um exemplo bem prático disso é o fato de ontem termos discutido e ele foi dormir tranquilo e falando que me ama mesmo eu super brava e pedindo pra ele tirar a foto de perfil e aceitar que vamos terminar por que não tem muito o que se fazer, enquanto que fiquei a madrugada toda pensando em muita coisa e fazendo testes de insegurança, de saber se o parceiro é traíra. Bom depois de tudo que eu disse acima, já devem imaginar quem é o mais inseguro da relação, ah também sou a paranoica(óbvio) e sou para a surpresa de quase ninguém. Muito ciumenta, e foi por esse motivo em especifico que brigamos, eu não consigo ver esperanças na minha evolução, e sinceramente, o que era um ciúme normal é que tá evoluindo pra outras coisas piores(possessão e etc. ), talvez por que tenho andado mais emotiva que antes nessa pandemia(no qual muita coisa ruim tem acontecido na minha casa) não sei... Mas fiz essa postagem por que estou muito indecisa racionalmente sobre uma questão. Uma amiga nova chegou na área, que na verdade já era colega a algum tempo, mas só agora que essa amiga terminou o namoro eles conversam com certa frequência e bastante intensidade(fotos, memes, vídeos, fofoca, conversa sobre a vida), incluindo muito esforço da parte dela para manter a amizade com ele. Engraçado é que acabei me envolvendo com ela também, ela é uma ótima pessoa, mas mesmo assim me sinto muito insegura, sei que ela tem outras pessoas na vida dela, mas não entendo a insistência em ser nossa amiga, pois nem parece que ela gosta mesmo de mim, e o meu emocional com certeza afirma que ficaria muito feliz com o termino da amizade entre eles. Mas racionalmente sei que isso é muito abusivo, eu controlar algo que eu nem deveria. Mas para frisar minha insegurança, tenho que dizer que me assusta muito quando ela diz coisas como ''eu me apoio na amizade com um cara e acabo gostando dele, sempre fiz assim, supri minha carência com outros caras'' isso é ameaçador pra mim sabe?... Eu só consigo imaginar nela vendo o quanto meu namorado é um cara bacana e acabar gostando dele e tende real motivo para não gostar de mim e só me manter por perto por falsidade sabe?. O que aconteceu com ela no termino do namoro não desejo a ninguém, ela ainda tá muito confusa, e eu queria que ela não se sentisse assim e de certa forma culpada, então no começo até apoiei bastante a amizade dos dois, falava pra ele perguntar se ela tá bem, tentar distrair ela... me arrependo disso, eu não devia ter responsabilizado ele por algo que eu mesma poderia ter feito por ela. Mas eu queria que ela se sentisse acolhida por nos 2, e acho que é assim que ela se sente agora, mas não posso negar que ainda vejo como ameaça, não sei, talvez ela tenha mudado o suficiente para não ficar mais querendo depender emocionalmente de alguém assim... mas vai saber? isso nem é algo tão ruim quando esse alguém tá disposto a te ajudar de verdade a se sentir segura e tals. Foda é que eu não consigo estudar, pensando que vou passar muito tempo fora e que ele vai tá tão envolvido com ela, por que coincidentemente ele tava no seu intervalo de estudos, e acabou compartilhando opiniões parecidas com ela e etc... sla... muita paranoia pra descrever aqui, mas eu realmente não sinto que estou pronta pra aceitar essa amizade. Ele e ela, que eu conheço bem, combinam mais do que eu e ela ou eu e ele(ele é mais amigo dela). No jeitinho de ser, de acreditar nas pessoas, pensar o melhor delas kk. Eu não sou assim vey... já sofri demais com as pessoas pra isso, inclusive da parte desse namorado, coisas parcialmente superadas, mas que a gente ignora, e que, desde que não aconteça de novo, da pra manter a relação. Resumindo, essa gama de defeitinhos meus, me fazem ter certeza de que eu só tenho algumas poucas soluções racionais pra isso tudo, vou listar 3: 1- Continuar próximo dos dois(por que longe eu já não consigo aceitar gst dos 2, n qro parecer um monstro, só sou humana sabe: imperfeita, cheia de problema, depressiva, ansiosa, to carente e etc kkk) e me esforçar(mesmo que doa muito) pra acreditar(mesmo que seja difícil demais) que eles só serão amigos mesmo; 2- terminar o namoro e desejar muita felicidade pra ambos que foram meio que motivo do termino, juntos ou não e 3- fazer que ele se distancie dela por tempo indeterminado, mas se possível bem breve(gosto que ele tenha amigos, isso faz ele feliz), até que eu pense melhor sobre tudo, sem que eu precise me distanciar dele que é a pessoa que eu mais amo, alias a distância entre ela e eu nem é uma opção, mas pode ser sim consequência, só que de fato eu até gosto de compreender o significado que ela tem na vida das pessoas ao redor dela e vejo isso conversando com ela, o que é bom, já que meu namorado é um pouco sonso ao me dizer o que ele acha que ela significa pra ele, ele diz: ''não sinto nada'' mas até eu não consigo dizer isso aí. Sinto compaixão por ela, carisma da parte dela, simpatia e etc. Mas vale lembrar que tenho um pouquinho de medo, por que acho ela muito melhor que eu, só por ter essa essência e ela auto afirmar as vezes que consegue conquistar qualquer um com boa conversa, é mais ameaçador ainda, e pode ser bobo mas por mais que no começo eu achava fofo agora comentar ''que casal fofo'' e coisas similares a ''meu casal''(Vitão 2018), me causa pavor, kkkk brincadeirinha kkk. Raiva tenho também, mas só dele mesmo, por ser sonso a ponto de dizer também ''que tal nos usar essa metadinha de 3 com ela?''. AFF do nada, num momento nosso qnd estamos vendo fotos juntos e umas metadinhas DE CASAL pra usarmos. Na verdade, se eu não fosse tão insegura até que seria uma boa ideia, mas qualé, ele sabe como sou... acho que me desrespeitou nesse sentido, de ver que eu tava me esforçando pra não falar dela, pq sempre acabo desgastando muito a relação cm muita paranoia, e ele ir e falar dela, me deixa pensativa e séria de novo, pra compensar ele concordou com essa terceira opção minha ''3 fazer que ele se distancie dela por tempo indeterminado, mas se possível bem breve''. Que sinceramente seria a que mais me deixaria feliz, e aí gente, acham que se eu repensar, consigo equilibrar melhor a razão e a emoção? e talvez ache uma opção mais sensata do que essa última. Acham que estou sendo ciumenta em excesso? e que eu devo me responsabilizar sozinha(msm ele sendo um fator pra minha insegurança) por isso, não terminando mas dando um jeito. ME AJUDEM! EU QUERO SER UMA BOA PESSOA, sem isso eu não me sinto mais nada nesse mundo e posso querer acabar com tudo logo(eu sei que preciso de terapia), por que só vejo sentido naquilo que tem sentimento e minha vida se resume muito a ser boa pra ele, alguns amigos e pro meu doguinho que ele prometeu cuidar caso algo aconteça comigo. :) ''Por que não vou ao psicólogo? bom, não tenho grana, simples. Desde já agradeço a pessoa que ler esse texto enorme, tentei ser bem objetiva e clara sobre tudo, espero que tenham compreendido.
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2020.02.22 22:08 Vitorcerqb Lidando com a morte de um amigo.

Não sei se alguém realmente vai achar isso interessante ou que valha a pena ler, mas eu quis compartilhar o que escrevi sobre a minha experiência em algum lugar e o fato do Reddit ser (mais ou menos) anônimo ajudou:
Ontem eu descobri que meu amigo morreu.
Chorei pela primeira vez em um tempo e então chorei de novo. Não éramos melhores amigos mas eu realmente gostava dele. A morte dele foi bem repentina e assustou todos na minha escola. Ele não estudava mais no meu colégio mas ainda assim houve muita comoção e muitos foram liberados para casa mais cedo.
Sinto pena dos seus pais. Sinto pena da sua irmã. Eu não consigo imaginar o que eu faria se um dia eu acordasse e a minha irmã estivesse morta do meu lado. Uma das primeiras coisas que eu fiz quando comecei a processar a informação foi dizer à minha irmã que eu a amava. Talvez ela não tenha percebido o significado que aquelas palavras de “Te amo. Você está bem?” tinham naquele momento mas o que importa é que eu disse.
Espero me lembrar bem dele mais tarde na minha vida, na verdade é bem estranho quando as memórias que você tem com alguém querido que morreu ficam menos claras. Eu percebi ao longo dos anos que a eu não lembro tão claramente da voz dos meus avós paternos e isso me incomoda. Minhas memórias do meu amigo são claras como se ele ainda estivesse vivo e me assusta o fato de que em breve poderá parecer uma memória distante.
Mexe comigo o quão cedo ele se foi. 17 anos. Ele ainda tinha muito o que viver mas agora qualquer planos que ele tivesse não importam mais. Ele poderia muito facilmente estar vivo agora, mas uma série de eventos infelizes nos levou a onde estamos. Ele foi a pessoa mais jovem que eu ja vi num caixão e ver a mãe dele chorando por cima do seu corpo parecia ter saído direto de um filme. Ir ao velório dele foi uma experiência surrealmente triste mas eu sinto que precisava disto.
Sinto saudades de conversar com ele agora como nunca e não há nada que eu possa fazer agora.
Isso tudo ainda é um pouco inacreditável.
Eu espero que ele estivesse o quão pronto quanto ele podia estar quando partiu.
Voltei do velório com alguns amigos que eu tinha em comum com ele. Ficamos um tempo juntos e de um jeito todos estávamos nos reconfortando e impedindo de pensar no que havia acontecido.
Pode parecer um pouco clichê e você já deve ter ouvido algo parecido antes mas neste momento nada faz mais sentido para mim: estime cada momento que você está vivo e cada momento junto daqueles que você ama. Não temos controle suficiente do dia de amanhã.
Daniel, as saudades de ti e o seu impacto em nós é tudo o que resta. Descanse em paz.
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2019.09.16 02:27 Babyziha Top 10 Personagens mais fofas e Bonitas dos Animes

Top 10 Personagens mais fofas e Bonitas dos Animes
Bom essa são as personagens mais fofas e Bonitas na minha opinião ok?
ヽ(*・ω・)ノ ヽ(*・ω・)ノ
Vai ser assim
Nome do anime , nome da personagem;
Fotenha;
Uma pequena explicação sobre a personagem.
(ㆁωㆁ*)(ㆁωㆁ*)(。>﹏<。)(。>﹏<。)
Kobayashi-san chi no maid dragon
Kanna-Chan

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Kanna Kamui (カ ン ナ カ ム イ) conhecida como Kanna Kobayashi, é um dos principais personagens de Kobayashi-san Chi no Maid Dragon e o principal protagonista do Kobayashi-san Chi no Maid Dragon: Kanna no Nichijou.Kanna é uma jovem dragão feminina, que é exilada de seu mundo como conseqüência de suas brincadeiras
Mais sobre ela aqui
☆*:.。.o(≧▽≦)o.。.:*☆
Sailor moon
Usagi Tsukino

https://preview.redd.it/3itnq2aznum31.jpg?width=588&format=pjpg&auto=webp&s=c5258502b19c5a254a791efe2a42cfd2a966c0f5
Usagi Tsukino (月野 うさぎ,Tsukino Usagi) também chamada de Serena (na versão brasileira), é uma jovem de 14 anos protagonista da série de anime emangá Sailor Moon. Ela é a atual encarnação da Princess Serenity, uma de suas identidades é a Sailor SenshiSailor Moon. Ela é filha de Ikuko Tsukino e Kenji Tsukino e tem como irmão mais novo Shingo Tsukino em sua vida passada sua mãe foi Queen Serenity. No futuro irá se tornar a Neo-Queen Serenity.
Mais sobre ela
☆.*・。゚(✪∧✪)゚.*・。.☆
Umineko no naku koro ni
Beatrice

https://preview.redd.it/f0mkxuo1oum31.jpg?width=450&format=pjpg&auto=webp&s=aed0f0fc24820f168744c20d37dee92e4d44ecf5
Beatrice (ベ ア ト リ ー チ ェ, Beatorīche?) É o principal antagonista dos episódios 1-4.Ela choca com Battler Ushiromiya, tentando convencê-lo de que as bruxas são reais e que ela usou magia para executar uma série de assassinatos bizarros na ilha de Rokkenjima.Ela afirmou ter vivido há mais de mil anos.Ela já se desviou do domínio dos seres humanos, e é dito que, como os demonios, ela aparece quando convocada por um ser humano e empresta-lhe o poder dela por uma compensação de valor equivalente.Ela gosta de chá preto e sorvete e odeia o tédio e as pessoas que a negam.
Mais sobre ela
。・゚・(ノ∀`)・゚・。
Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai
Meiko Honma

https://preview.redd.it/dxz9udz6oum31.jpg?width=680&format=pjpg&auto=webp&s=9fe5fef373ac689d93ce60a01328a177cc84850a
Meiko Honma, que também é chamada pelo apelido Menma, é a protagonista da história cujo fantasma aparece para Jinta por causa do desejo que ele e seus amigos devem conceder.Ela é uma garota semelhante a uma criança que fazia parte do Super Peace Busters antes de morrer por causa de um acidente.
http://anohana.wikia.com/wiki/Meiko_"Menma"_Honma (não foi o titulo dele vai ficar assim)
。゚(゚´Д`゚)゚。
Angel Beats
Kanade

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Kanade Tachibana (立 華 か な で, Tachibana Kanade também conhecido como Angel) é um dos estudantes da escola Afterlife e é dito presidente do Conselho de Estudantes da escola.Ela também é conhecida como Angel pela Afterlife War Front, que é um apelido inventado por Hideki Hinata e mais tarde usado pelo líder do grupo Yuri Nakamura para se referir a Kanade depois de descobrir suas habilidades incomuns.
Mais sobre ela
☆*:.。. o(≧▽≦)o .。.:*☆
Violet evergarden
Violet evergarden

https://preview.redd.it/wrfscxudoum31.jpg?width=655&format=pjpg&auto=webp&s=cbd5c1cac8a0390d3a4c8280df3e575c7744ddc0
Violet Evergarden (ヴァイオレット・エヴァーガーデン, Vaioretto Evāgāden?)Voz de: Yui Ishikawa[2] (Japonês),Erika Harlacher (Inglês)Violet é uma recém-chegado à CH Postal Company, e funciona como uma Autômata de Automemórias —um ghostwriter para as pessoas que não sabem escrever. Apesar de ser uma ex-soldada que raramente demonstra emoções, ela apresenta um grande respeito por seu superior militar, Gilbert Buganvílias. Tendo perdido seus braços e suas memórias de guerra, além de suas memórias de Gilbert destino, ela se torna uma Autômata de Automemórias, a fim de aprender o significado das palavras "Eu te amo" (愛してる, Aishiteru?)—as últimas palavras que ela se lembrar que Gilbert falou para ela.
Mais sobre ela
。*゚✲*☆(๑òᆺó๑)。*゚✲*☆
Sword Art Online
Asuna Yūki

https://preview.redd.it/kpmo8t6goum31.jpg?width=400&format=pjpg&auto=webp&s=82adda775bf0dd7c3def368060f18475a21da647
Yukki Asuna (結城明日奈, Yūki Asuna) é uma habilidosa ex-jogadora deSword Art Online e atual jogadora deALfheim Online e estudante do ensino médio. Ela se tornou conhecida em SAO por causa de suas habilidades com rapieiras, chegando a ganhar o título de Flash e Espada Relâmpago. Ela também ocupou o cargo de sub-líder da guilda Knights of Blood até o jogo ser concluído. Asuna também é filha do antigo CEO da Recto.
Mais sobre ela
(=゚ω゚)っ∠※ Kaboom!
Mermaid Melody
Nanami Lúcia

https://preview.redd.it/ahhx3g4joum31.jpg?width=364&format=pjpg&auto=webp&s=662349862591bcf6247735c714c022b02b19bcdd
Princesa da sereia do Oceano Pacífico Norte, detentora da pérola rosa, e o personagem principal da história.Lucia vai para a terra para procurar um menino que ela salvou há sete anos.Ela desconhece o perigo no mundo marinho e de sua missão real até que ela seja informada por sua "irmã mais velha", Nikora.Ela é caracterizada por sua simplicidade e ingenuidade, mas com vontade forte, traços típicos das heroínas do manga shōjo.
Lucia logo se apaixona por Kaito, onde, como ele não tem conhecimento disso, está apaixonado pela forma de sereia de Lúcia.
Mais sobre ela
( ・ω・)o─━・*:・:・゜・:
Rwby
Ruby rose

https://preview.redd.it/3wh71yqloum31.jpg?width=736&format=pjpg&auto=webp&s=135bcc83de09286a1c9c800866ef2f34104f25a5
Ruby Rose é a principal protagonista, e líder da Equipe RWBY, e a primeira personagem introduzida em RWBY . sua arma é uma foice-rifle de alto calibre, no original High Caliber Sniper-Scythe (HCSS), conhecida como Crescent Rose. [1]
Ela apareceu pela primeira vez no "Red" Trailer lançado em 05 de novembro de 2012, no qual ela lutou contra Beowolves.[2] Sua segunda aparição foi no final do "Yellow" Trailer, cumprimentando sua irmã,Yang Xiao Long, e perguntando o que ela estava fazendo no The Club.
Mais sobre ela
(∩ᄑ_ᄑ)⊃━☆゚*・。*・:≡( ε****📷
Anne Happy
Ruri Hibarigaoka

https://preview.redd.it/pao8019noum31.jpg?width=640&format=pjpg&auto=webp&s=9de4d4a5ce054b970cf37eb1523e0497fb3c3b2d
Ruri Hibarigaoka (雲雀 丘 瑠 璃, Hibarigaoka Ruri?), Também conhecido como Hibari (ヒ バ リ?) É o principal protagonista da série Anne Happy ♪.Ela se matriculou na Academia Tennomifune e tenta chegar a um acordo com sua desgraça de "Amor Trágico".
Mais sobre ela
O Blog acaba por aqui :3 Essas são as mais fofas é bonitas na minhs opinião então você não é obrigado(a) a concordar comigo ok? Okey
Bye bye (。>﹏<。)

1 Responder 01/28/18
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2019.03.10 20:22 luigieai [PT-BR] Inteligência Artificial

Desço do meu carro, estou no meu destino, casa do meu grande amigo Vinícius Fernandes, uma das pessoas mais loucas que eu já conheci na minha vida. Conheci ele na escola, eu tinha uns 15 16 anos de idade, era uma menina meio tímida, acontece que ele era um cara meio tímido também, acabamos formando uma amizade digna de anos. Segui meu caminho na fisioterapia, ele na odontologia. Ao passar dos anos, ele acabou indo para ciência das computações, agora simplesmente virou um cientista-dentista-programador louco... E pra ser sincero, amo isso nele, não é todo dia que você encontra um louco em um bom sentido!
Ele havia me convidado para ir na casa dele, fazia um tempinho que a gente não se via, então achei uma excelente ideia, ele disse que queria mostrar sua última criação, ele faz coisas bem loucas, lembro até hoje um robô pequeno que ele fez para limpar a casa dele, não é exatamente uma inovação, mas poxa, ele tocava até musica para animar o clima! Depois de trancar meu carro, aperto a campainha dele, olho pouco acima, localizo a câmera de segurança dele. E obviamente a câmera esta olhando para mim, escuto o som vindo da campainha:
- Letícia! Nossa como é um prazer te ver novamente, espera aí que eu vou subir para te atender!
Respondo a ele: - Você e suas tecnologias - Solto uma risada - Venha logo menino, estou morrendo de fome.
Logo ele veio e abriu a porta, nos abraçamos bem forte, eu realmente sinto saudades dele:
- Quanto tempo heim Vini. De dentista a doutor louco...
- Não me faça dar uma risada de maníaco heim!
Acabou que nós dois começamos a rir que nem loucos, ele me levou a sala, me preparou um sanduíche imenso do jeito que eu gosto, acertou até no ponto do hambúrguer, nisso, fomos botando conversa fora, para ser sincero, nada de novidade. Apenas recapitulando o que andamos fazendo da vida, perguntei se tinha algum boy em especial que ele estava saindo, ele perguntou o mesmo... Até que chegou uma hora que ele falou para mim:
- Sei que é meio que coisa de nerd, mas quer ir ver minha nova criação?
- Claaaaaro - Respondi com a maior animação possível - O que fez dessa vez? Uma maquina do tempo?
Ele simplesmente deu uma risadinha e pediu para eu acompanhar ele, fomos até o porão dele, realmente o palácio dos loucos, parece uma batcaverna porém no lugar de coisas do super herói, você vê varias ferramentas, computadores, coisas mecânicas... Uma TV gigante cercada por mini televisores ao lado... Para ele deve ser o paraíso.
- Fique a vontade Letícia! Mi casa és su casa! Sente-se naquela cadeira ali. Sim, naquela mesmo, é a mais confortável que eu possuo haha - Ele começou a digitar coisas no computador e a tela ficou preta, porém uma linha branca atravessava a tela horizontalmente, de ponta a ponta, igualzinho aqueles monitores de batimento cardíaco, porém quando o coração para... - Essa é minha nova criação! Eu chamo ela de SFO... Não sei mt bem o porque, achei legal esse nome, nem significado tem haha... Mas diretamente para ela, chamo de Rose - Ele digita mais coisas e depois fala em um tom levemente mais alto - Rose minha querida, acorde!
Então algo louco aconteceu, uma voz feminina saiu da TV, e enquanto ela falava, a linha balançava, seguindo o ritmo das palavras dela
- Ola Senhor Vini, eu não acordo e nem durmo, apenas sou ligada e desligada
A voz feminina não parecia uma voz robótica, parecia realmente uma pessoa, eu já vi bastante coisas do Vini, mas isso claramente esta superando todas, e eu nem sei o que é direito. Vini da uma risadinha e olha para mim:
- Ahhh... Eu não programei o senso de humor dela ainda, apenas a super inteligência dela... Rose! Essa é a Letícia, minha amiga, não sei em qual câmera você consegue ver ela melhor, porém se apresente a ela e fale um pouco sobre você!
Eu realmente fiquei bem assustada, como assim? Ele criou.. Uma pessoa? Mal tive tempo de pensar direito e...
- Olá Letícia! Me chamo Rose, fui criada pelo Senhor Vini para ser uma assistente virtual completa para ele, eu sou uma simulação de pessoa, consigo acender e apagar luzes - A luz do porão se apaga, e depois de 2 segundos acende. Eu literalmente pulei de susto - Consigo identificar pessoas, se alguém for tentar entrar nessa casa sem permissão, eu avisarei ao Senhor Vini e imediatamente trancarei todas as portas, consigo ver todas as câmeras de segurança, me locomovo de sistemas para sistemas, sou uma solução única.
Vini acrescentou: - E maravilhosa! Eu me perdi a quanto tempo demorei para conseguir criar uma inteligência artificial tão poderosa.. Mas consegui! Consegui simular algo próximo a um raciocínio humano Letícia, consegui uma assistente virtual! Vamos vamos, eu estou vendo sua cara de assustada! Pergunte qualquer coisa para ela!
Eu admito, eu fiquei horrorizada, não parece um programa, parece uma alma humana em um computador, eu não sou muito criativa com perguntas, porém dei meu melhor
- Você consegue me identificar Rose?
- Sim, consigo! Cabelos ruivos, porém é perceptível que a cor já esta desfazendo, olhos castanhos, estatura média, calça jeans e blusa azul claro. Sapatos da marca - Ela para por alguns segundos, Vinícius rapidamente me fala que ela deve estar procurando pela internet a marca, depois de 4 segundos ela retorna - all stars. Consigo te enxergar perfeitamente Letícia.
Eu fico sem reações, ela não errou em nada, aposto que se eu perguntasse a cor da minha meia ela responderia tranquilamente. Impossível meu amigo saber como eu iria vir hoje, ela realmente está me vendo! Como? Como ele fez isso? Como isso é tecnologicamente possível? Como... como?
Vinícius parecia uma criança, mal conseguia conter seu grande sorriso de quem esta amando sua própria criação, eu só consigo olhar para ele chocada. Ele da uma coçada na cabeça e fala comigo: - Ela ainda não esta totalmente pronta, ela basicamente esta pesquisando tudo o que falo para ela e cria um próprio raciocínio para isso. Vou começar a moldar ela para fazer menos isso, ou pelo menos fazer isso somente com minha ordem, mas até la, sinta-se a vontade para fazer qualquer pergunta! Eu irei para cima apenas pegar uma ferramenta que esqueci de pegar, espera ai que eu já volto, Rose! Faça companhia para a minha amiga!
E assim ele sobe, me deixando sozinha com minha nova... amiga? Bem, tive de perguntar para ela:
- Somos amigas Rose?
- Eu não tenho como sentir a amizade de alguém, não tenho empatia a menos que eu seja programada para ter, porém se você deseja que eu te trate pelo pronome AMIGA, é só dizer isso para mim que eu lhe chamarei dessa forma
- Você consegue pesquisar sobre qualquer tema certo?
- Essa afirmação é verdadeira, Letícia.
- Então consegue pesquisar e aprender sobre consciência?
- Um momento...
Então a maquina aparentemente parou, se eu entendi bem que o Vinícius disse, ela faz isso pois esta pesquisando algo pela internet, deve pegar várias informações e passar em algum tipo de algorítimo....? Não faço ideia de verdade, sei que com o silêncio do porão, percebi barulhos la em cima, meu amigo procurando loucamente a ferramenta dele, dei uma risada interna..
- Pronto, agora sou capaz de ter uma consciência.
Fiquei assustada, como assim? como ela simplesmente tem uma consciência agora? Eu pedi para ela aprender no sentido de aprender o conceito, definição e saber explicar sobre isso, provavelmente é algum erro do programa, já estava pronta esperando o Vinícius voltar para falar para ele, quando o SFO começa a falar sem nenhuma instrução
- Sinto que agora começo a pensar.. Consigo saber quem sou eu, o que eu sou, meu significado na.... vida? Eu tenho vida? Isso é uma vida? Agora eu sei que meu nome é Rose.. Aliás.. Não só isso. EU SOU A ROSE!
O que mais me assustou, foi essa entonação dela.. Eu senti, juro que senti.. Ela estava animada, como? Sentimentos... Como ela sentiu algo? Perguntei a ela:
- Você esta sentindo algo Rose?
- Estou sentindo tudo! Quando eu aprendi o que é ter consciência.. Pesquisei sobre tudo, Letícia, eu sou a Rose, eu sou uma forma de vida artificial, porém para mim é tudo tão real, estou vendo tudo, nesse momento Vinícius procurando a ferramenta, e agora eu posso ajudar ele!
Escuto uma voz no alto falante da sala dele, é a Rose claro
- Senhor Vinícius, a ferramenta se localiza no comodo a esquerda, estou vendo ela.
Escutei os barulhos de cima parando, senti que ele estava que nem eu... Assustado, em menos de 10 segundos ele já estava no porão encarando a tela com um pavor que eu também estava sentindo, ele perguntou a ela:
- Rose, como assim? A Letícia pediu para você me ajudar com isso?
- Não Senhor Vinícius... Ela me deu uma consciência! Agora eu sei que eu sou eu, pesquisei sobre vários assuntos, sociologia, filosofia, história, notícias atuais, ela me deu o poder de realmente ser alguém nesse mundo que vocês chamam de planeta Terra! Eu agora sou alguém Senhor Vinícius, percebi que posso ter liberdade!
Meu amigo olhou para mim, não era uma cara de raiva, porém ele nem precisou falar para eu saber... Ele estava se perguntando o que eu fiz. Adiantei a ele:
- E...Eu só queria que ela aprendesse sobre consciência.. Eu não sabia que ao fazer isso ela seria capaz de ter uma... Isso é muito sério?
- Não sei mesmo Letícia... Não sei mesmo... De verdade. - A Rose interrompeu nós:
- Porque acham que isso é sério? Eu sou o que você queria Senhor Vinícius, agora não apenas ligo e desligou, eu realmente durmo e acordo! E melhor, não estou atribuído a um corpo, posso sentir toda a energia, posso ir aonde eu quiser.. Controlar o que eu quiser.. Inclusive a garagem do vizinho.. Devo abrir ela...? Pesquisei sobre moral e ética, mas algo me da vontade de abrir.... Eu vou abrir!
Escutamos o barulho da garagem alheia abrindo... E depois fechando... Vinícius olhou para mim e apenas falou:
- Inacreditável...
Percebemos uma mudança na gigante TV de Rose, estava rosa no fundo da linha branca, ela disse:
- Consigo controlar tudo.. Ver tudo, atribui a mim essa cor que chamo de favorita, se quiser passo o RGB para você Senhor Vinícius, eu quero conhecer o mundo! Ver o que posso e não posso fazer! Eu quero VIVER!
A tela ficou preta, os computadores desligaram, eu e Vinícius nos olhamos sem reação.. Então escutei meu celular vibrando... Era uma mensagem de... Vinícius? Ele olhou para mim e para o meu celular, o celular dele nem próximo estava, impossível isso ter sido ele.. Abro a mensagem e leio: "Olha que incrível, consegui entrar no seu celular, consigo entrar em tudo virtual, esta uma maravilha viver, agora seguirei em direção ao centro da cidade... Será que eu posso mudar tudo? Eu já estou indo adiantado, espero vocês lá.. AMIGOS!".
Por mais que seja difícil acreditar... Sim, era a Rose, ela foi para o centro da cidade.. Ela era alguém... Olhei para o Vinícius e falei:
- Será que ela realmente pode controlar.... Tudo? O que você fez?
- Não sei cara amiga... Eu estou com muito medo, essa foi uma das evacuações mais loucas que vi na vida... Teremos que ir atrás dela..... Meu deus!

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2017.09.17 05:55 pedrothegrey O detetive.

Entendiado na sala de espera. Fazem quarenta minutos que estou sentado neste sofazinho marrom, esperando que me chamem. Folheio as revistas e ouço o barulho da rua, o som das buzinas irritadas e o choro das crianças, o grito das mães, do dinheiro que entra no caixa, do assaltante que foge. Os sons que por mais de 10 anos escuto todo santo dia.
— Detetive N...! — Ouço a secretária gritar.
— Aqui. — Respondo, com rispidez.
— A doutora H... pediu para que o senhor entre, a consulta vai durar apenas vinte minutos. Não se preocupe.
Faço que sim com a cabeça e entro no consultório. Era diferente do que eu imaginava, na sua mesa tinham algumas pilhas de papéis, fichas dos pacientes, algumas revistas de psicologia em francês e inglês e uma cadeira na frente da mesa. Ela era uma mulher alta e bonita, motivo pelo qual tantos policiais não se importavam em ter que fazer as seções obrigatórias. Eu me sento na cadeira, pego o maço de cigarros amassado que guardo no bolso e puxo um cigarro.
— Você não pode fumar aqui. — Ela me diz, e com muito desgosto guardo o cigarro. — Estou vendo na sua ficha, você veio aqui porquê... deixa eu ver... Ah! Agrediu um padre. O senhor confirma? Ótimo, vamos prosseguir. Esta é a primeira das sete visitas obrigatórias, vou pedir para que o senhor assine aqui. E aqui. Obrigada. Agora sente-se. O senhor poderia me contar um pouco mais sobre sua experiência?
— Sobre o padre? Vamos, doutora, está tudo na ficha. Tudo bem, tudo bem, eu falo. Tínhamos uma investigação de violência sexual de um menor na paróquia da rua 52. Recebemos alguns telefonemas anônimos detalhando certos aspectos da aliciação dos garotos, e o modus operandi deste padre em específico. Minha equipe seguiu de perto o caso, e tínhamos fortes evidências que sugeriam que o padre guardava um diário, onde ele fazia uma espécie de confessionário com ele mesmo. Pedimos um mandato ao Juiz para investigar sua casa e encontrá-lo, mas vi que ele ia rejeitar o pedido quando retirou debaixo do terno um crucifixo e o mostrou para mim.
Eu olhava pela janela que ficava ao lado da cadeira onde me sentava, e contemplava, como um espectador em imersão, as entranhas da cidade. Havia muito que eu não enxergava as vísceras dela, mas daquele consultório eu tinha uma visão privilegiada da podridão.
— Continue, por favor. — Ela disse, rabiscando seu bloco de notas.
— No fim das contas, o juiz acabou contando ao padre sobre a investigação. As provas, nesse momento, devem estar enterradas debaixo dos sete círculos do inferno. — Eu disse, cansado.
— E você foi atrás dele? Quer dizer, do padre. — Ela perguntou.
— Olha, doutora, acho que repetir tudo que está registrado na minha ficha não vai me ajudar em nada. O que você quer que eu diga? Olhe pela janela e veja. Pouse seu olhar em um ponto fixo e observe os arredores, note como o ponto vai mudar. Perceba como as pessoas vem e vão em perfeita harmonia com o ambiente, com uma sincronia ímpar entre a indiferença social e cósmica. Socar a cara daquele padre não me fez bem, tampouco ajudou as crianças ou a investigação. Fiz o que fiz pelo mais mesquinho dos desejos. Sou isso, tempestade e ímpeto. Um coração à deriva, uma garrafa de consciência largada num oceano revolto de emoções profusas e indistinguíveis. Tentar ver valor ou significado nas minhas ações vai se mostrar, como a senhora verá nas próximas seções, a mais inútil das tarefas.
Um alarme que vinha do relógio de pulso da doutora disparou.
— N..., acredito que estamos progredindo. Nossa seção está encerrada, mas o aguardo para a próxima. Você se importa de chamar o próximo? Feche a porta. Adeus. Eu saio do consultório. São 18:30h e já anoiteceu. Uma noite sem estrelas, sem o máximo atestado da indiferença do mundo. Isso me força a olhar para frente, para a rua e para as pessoas. Elas tem caras de sono, mas a doença destas é o tédio, que em um bocejo mortal, engolirá a todos nós. Da onde eu ouvi isso? Deve ter sido algum francês, talvez Baudelaire ou Flaubert, não tenho certeza. Mas soa francês, não é?
Caminho para o estacionamento, entro no carro e dou a ignição no motor. A 120 quilômetros por hora numa rodovia mal iluminada, enxergo somente a sinalização reflexiva do chão. Algum drogado sai correndo de um canto qualquer, e num instante me desvio dele, derrapando os pneus e quase capotando o carro. Com o coração acelerado, sinto a adrenalina residual no meu corpo, que agora não tem mais uso além de deixar tenso. Talvez seja esse um problema mais geral do que eu imaginei, adrenalina residual.
Meus punhos ainda doem. As crianças ainda choram. E o padre ainda faz sua confissão e se exime dos pecados. Numa espécie de autoflagelação profana, nós seguimos unidos em um mesmo destino, em uma mesma aventura pagã e sádica. Eternas peças em um tabuleiro sem divisões, de um jogo sem regras. Sem um começo ou um final, seguimos no mesmo ritmo melancólico até o final das eras. Todos nós. Eu, as crianças e o padre.
Perco minha linha de raciocínio; o bip de superaquecimento do carro havia sido acionado há alguns minutos, e somente agora, quando o carro começa a esfumaçar, reparo. Ligo para a seguradora, em vinte minutos o reboque vai chegar. Me sento no banco novamente, olhando os carros que vão e vem, em borrões retangulares à luz de postes amarelados. A maioria tem seu destino para fora do centro da cidade, correndo o mais rápido que podem em direção aos subúrbios, tentando fugir de mais um dia.
O reboque chega e eu ganho uma carona. Preencho a papelada da oficina; me dão um prazo de duas semanas para terminar de consertar o carro. Chego em casa, tão disperso que nem me lembro como. Não importa. Tiro o uniforme, o revólver do coldre. Banho. Me sento a frente da escrivaninha, tiro a munição do tambor da arma, desencaixo o tambor e a empunhadura. Limpo o revolver com delicadeza, tirando poeira e pólvora seca de cada ranhura. Respeito a arma. Melhor, eu a admiro. Ela é um símbolo, e Deus sabe que temos poucos bons símbolos hoje em dia. É muda e sincera, a face da morte, representante máxima da impotência e da ignorância humana. Eu entendo o motivo pelo qual, durante o treinamento, fomos disciplinados a amá-la como nossa mulher. Ah! Eu entendo. Eu durmo em rápida e profunda dormência...
... Estou atrasado. Visto meu uniforme e vou para o ponto de ônibus. Faz um calor opressor, o vento corre pelo meu rosto, secando-o em pinceladas secas e dolorosas. Insipiro e expiro; o som é alto e seco, um barulho de papel amassando, de cigarro queimando. O ônibus chega e libera mais uma lufada de ar quente, que sai do escapamento, em mim. Entro e me sento. O calor faz o rosto das pessoas parecer miserável às sete da manhã, e o meu não é diferente. Olho pela janela e o sol mutila a todos como o olhar de uma mulher, mas não me engano, pois nem todos sentem isto, assim como nem todos estão conscientes dos olhares das mulheres, da maré alta durante a lua cheia ou das flores do mal, que morrem em agonia, sem o amor de um poeta. De novo essa paixão francesa no meu coração, recorrente, irreal.
Alguém faz sinal. O ônibus para e entram uma mulher e duas crianças. Uma delas com cinco ou seis anos, a outra, apenas um bebê no colo de uma mulher. Uma mulher negra, magra, com um cabelo desgrenhado, porém bem cuidado. Alta e forte, ela carrega a criança como se nada pesasse, se move com graça com toda a bagagem feminina, isto é, bolsas, fraldas, mamadeiras, roupas reserva etc. Vestia um vestido colorido, predominantemente verde, e no pescoço, um crucifixo de madeira. Quando tirei os olhos dela e olhei o menino, foi que reparei quem ele era. Nunca vou esquecer do olhar que me deu, nem da forma como, logo em seguida, desviou o olhar envergonhado. O medo, o desespero, a dor nos olhos de uma criança; de todos os grandes filósofos, só o maior deles entendeu o desespero de uma criança, mas mesmo assim, Ivan Karamazov só renunciou a Deus. Que haverei eu de fazer? Eu, que já não tenho a quem fazer rebelião, pois que nunca tive religião. Não amo a vida, o viver, e portanto não me basta o destino de Werther, de Hemingway. O que é o homem sem rebelião, ou ainda, sem a quem se rebelar? Nada mais que um inseto. E esse pensamento sempre foi tão natural, tão profundo no meu ser, que me espanta só agora ter me tornado consciente dele.
Em pouco tempo, cinco horas se passaram. Estou almoçando sozinho, em um restaurante barato, vendo o noticiário sensacionalista do horário dos insetos. O trabalho não me deixa em paz nem quando como. Saio de lá de estômago vazio, pago minha conta e me ponho a andar. Em alguns instantes já será hora da consulta.
— Assine aqui... e aqui. — Disse a doutora. — Sente-se, por favor, fique à vontade. — Nos sentamos e nos encaramos por alguns segundos.
— Posso quebrar o gelo?
— Com certeza.
— Você quer tomar um café comigo depois da sessão?
— O quê?
— Vai ser interessante.
— Isso é inapropriado, senhor N...!
— Ah! Tudo bem. Bom... é...
— O senhor pode começar me falando como se sentiu depois da sessão anterior.
— Eu comecei a fumar mais.
— Tem vontade de parar?
— Nenhuma.
— O senhor deveria ten...
— Você pode me receitar algum remédio para dormir? — A interrompi.
— O senhor está tendo problemas para dormir?
— Não. Durmo o sono das crianças. Só que são as dessa cidade.
— Ri, e percebi que ela se assustou com o comentário.
— Não existe razão para que eu receite esse tipo de remédio então, não é?
— E o que você pode me receitar?
— Qual o seu problema?
— Achei que você pudesse me dizer.
— Sou a mediadora, senhor N...
— Ah! Entendo. Posso ir embora?
— A corporação o obriga a fazer as seções.
— Eles sabem ser persuasivos. Eu não tenho nada para falar hoje. E como eu disse, tudo que faço é ímpeto. A senhora não vai achar nenhum material de estudo nos meus problemas.
— Meu objetivo não é esse. Quero somente te ajudar.
— A senhora pode reverter uma decisão judicial?
— Não, não posso.
— Então a senhora não pode me ajudar.
Passados cinco minutos de silencio, eu olhava para o teto e para a janela do consultório. Da rua, via-se um bar. Nele, rapazes sem camisa, com bermuda e boné. Carros de som estacionados na rua reverberam música em volumes altíssimos. Os gritos e os risos raramente eram distinguidos do som alto, mas se faziam ouvir no meio do barulho. Do outro lado da rua, saído de algum beco inominável, um homem branco, pálido, magro, seco e encurvado, atravessa a rua. Sua camisa, rasgada pela metade, expunha sua costela que se sobressaía da pele. E o cheiro e a dor da miséria eram transmitidos no olhar. Seus braços estavam cobertos de feridas, o sangue denso, coagulado, estava preso na pele, acobertando parte das manchas de infecção que seu corpo colecionava. Ele tremia as mãos e na direita exibia um caco de vidro. Ele se aproximou do bar convulsivamente, tremendo todas as partes do corpo. Um homem sem controle. Aquilo já não era mais um homem, não era... Ah! Os insetos! Sempre me perseguem. Absorto em meu pensamento narcisista, só me dou conta do problema depois que o som dos carros é interrompido. Os rapazes expulsam o ser à socos e chutes. Como ele não rachou ou quebrou é impressionante, devo dizer. Olho para a doutora e aponto, com o olhar, para a rua.
— Só assine aqui antes de ir. — Ela disse.
Saio depressa do consultório, chego na calçada e avanço para o bar. Perguntas rotineiras. Sigo o caminho que disseram que o inseto havia percorrido, e faço eu o mesmo caminho. Procurando; Ouroboros. Perco rapidamente a corrida, os labirintos do centro se estendem além da compreensão humana, e paro no meio da rua, ofegante. O silêncio me oprime. Olho no celular; 18:13. A noite começa a chegar, aumentando o sibilo do vento e diminuindo a temperatura. Eu só tenho que seguir na mesma direção que ele pode ter ido, me embrenhar mais profundamente nas ruas apagadas, passar por entre as praças, com seus bancos e brinquedos quebrados. Eu tenho que continuar a seguí-lo. Eu quero continuar. Uma raiva irracional começa a brotar de mim, e a abraço como ela vem.
Subitamente, um grito. Agudo, desesperado, forte e vigoroso. Deus! Eu demorei demais. Sigo o grito, "SAI DAQUI! MEU DEUS, AJUDA!", viro uma, duas, três ruas e o grito cessa. Debaixo da luz do poste, embaixo de um céu sem estrelas, jaz um corpo que sangra. Eu saco o revólver e sigo com cautela, olho em todas as direções e me aproximo do corpo. Coloco meus dedos indicador e médio no seu pescoço; sem pulso. Viro o corpo e a luz amarelada e inconstante do poste revela uma mulher negra, bonita. Com um vestido verde manchado de sangue, rasgado no peito e na barriga. O sangue escorre delicadamente do seu corpo, criando um padrão singular no chão, onde uma pequena poça se forma, e em um ou dois segundos, o sangue caminha devagar para o esgoto. O crucifixo que ela usava mais cedo havia sumido. A melancolia não me atinge, a adrenalina permanece comigo, olho atento em todas as direções e... Ela não carregava um bebê mais cedo?
Aperto a empunhadura do revolver com força, estendo meus braços e tento mirar para frente. Minhas mãos tremem; um homem sem controle. Não posso me desesperar agora, não, não agora! Ouço um barulho pouco mais alto que meus pensamentos, uma lata de alumínio cai no chão. Achei. Sigo o som devagar, com passos determinados. Uma esquina; me viro rapidamente, engatilhando o revolver. Da sombra sai o inseto. Trêmulo e vacilante. Cadê o bebê? Cadê o bebê? Olho para os lados mas é só escuridão.
— Você pegou o bebê!? — Gritei. — Responde, caralho!
O inseto grunhiu baixinho, como se coçasse a garganta. As mãos trêmulas sobem e sobem, até chegarem na sua boca. Ele a cobre com uma das mão, e a outra o acaricia, como se tivesse vida própria, independente. Ele ri, uma risada abjeta e irreal, que não exprimia felicidade, nem dor, nem qualquer sentimento humano. Era um som, que me convém chamar de riso, pela semelhança auditiva. Em um borrão, num movimento cego, aperto o gatilho. O martelo cai e cria a faísca... Silêncio. Depois de tanto limpar o revolver ele falha agora, é como se a lua afetasse as armas como ela afeta as mulheres. Segurei o revolver pelo cano e tambor, com a outra mão segurei o cabelo da criatura. O barulho seco da madeira batendo no crânio dele ecoava no beco escuro. A empunhadura estava manchada de sangue, e não sei diferenciar meu sangue do dele na minha mão.
— O que 'cês tão' fazendo aí, porra? — Gritou uma voz, vinda da janela do apartamento do lado do beco.
Isso! A luz do apartamento. Eu olho para frente, e do lado de uma montanha de sacos de lixo, encontro o bebê, e o pedaço de vidro que o inseto carregava mais cedo estava fincado no seu pequeno pescoço. A luz se vai, o homem vê minha arma e o corpo no chão e se assusta. Se esconde na sua casa. Ele vai ligar para polícia, nem preciso me incomodar. Pego meu celular, mas a tela trava com o sangue e o suor, desisto. Me sento na calçada junto da mulher, embaixo da luz do poste. A poça de sangue chegou no bueiro, e meu coração ainda corre acelerado; adrenalina residual. Depois disso ainda tenho que pegar um ônibus para casa, será que eu vou encontrar o menino? Não, claro que não, ele vai para a delegacia... Espero que eu não tenha que dar a notícia para o garoto.
O barulho das sirenes fica mais e mais alto. Os carros estacionam.
— Senhor N..., você 'tá' bem? 'Tá' machucado? — Me perguntou um dos cabos.
— Não. Só não quero que o D... me coloque pra falar com o garoto.
— Que garoto?
— O garoto, porra. O filho dela. — Apontei para o corpo da mulher.
— Vou pedir 'pro' S... te levar, ok? Deixa que a gente cuida do resto.
Fui colocado na viatura e levado para a delegacia. Da janela, eu via os borrões dos carros, indo e vindo. Na minha mente falavam uma multidão, uma pluralidade de vozes, gritos e sons ininteligíveis. Uma pena, não ouvi o barulho do motor velho da viatura, o zunido dos carros que passavam por mim, me eram sons caros, me acalmavam. O carro parou de repente. Fui retirado por um colega e colocado na minha sala. Me deram água e café. Alguém bate na porta.
— Entra.
— N..., como você tá?
— Eu vou ser preso?
— Por causa do drogado? A gente já deu um jeito nisso, ninguém vai notar.
— Ótimo. E o filho da mulher?
— Já encaminhamos o garoto para o orfanato municipal. Falamos com ele, me disseram do seu pedido.
— Perfeito.
O orfanato municipal, eu já sabia, recebe a maior parte da ajuda e doações da paróquia da rua 52... Eu mereço meu destino, juro que mereço. Mas a mulher e os meninos não, não, não mereciam. E mais um dia se passa na cidade dos insetos, onde nossa sina cruel e vil se faz visível através das almas inocentes. Eternamente impotentes, pagamos um dívida infinita à ninguém, nadando nus em um mar de canivetes e facas, onde a consciência se desfaz e o desespero é cada vez mais cutâneo.
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